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Os códigos, de relance

Os 400: um único erro, com índice

O corpo do 400 aponta a imagem culpada com imageNumber (base 0):
Uma imagem ruim aborta o lote inteiro. Se você envia 4 imagens e a terceira não tem rosto, recebe um único 400 com imageNumber: 2 e nenhum resultado — não há resultados parciais. Se o seu fluxo tolera falhas por imagem, envie uma solicitação por imagem.

Os 500 vêm em texto puro

Dois erros de solicitação não devolvem um 400 arrumado, mas um 500 com o corpo literal Internal Server Error — não é JSON:
  1. Omitir o campo images.
  2. Enviar uma lista operations mais curta que images.
O seu cliente HTTP não deve assumir que toda resposta é JSON: envolva o parsing e trate a falha de parsing como erro, nunca como aprovação. Como distinguir um 500 transitório de um seu: repita uma vez com backoff. Se voltar idêntico, é determinístico — a causa é a sua solicitação; valide images e o alinhamento de operations no seu código e pare de repetir.

Os erros do gateway: outro formato

O 401 e o 404 não são emitidos pelo serviço, mas pelo gateway, e o corpo deles tem outro formato (statusCode em vez de code):
Um 401 com uma chave que «sempre funcionou» costuma ser mistura de ambientes: a chave de homologação contra a URL de produção ou vice-versa. Verifique o par URL + chave antes de escalar.

Os 422: violações do contrato

Corpo não-JSON, corpo que não é um objeto, ou info fora do intervalo (2–256 caracteres) devolvem 422 com o detalhe campo a campo em detail. São erros de programação, não de dados: corrija-os em desenvolvimento, não os trate em produção.

Política de novas tentativas

Se precisar abrir um chamado

Escreva para customer.support@vusecurity.com com:

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A regra de decisão, os endpoints e o mapa de operações do Face Analysis.
Última modificação em 9 de setembro de 2026